Desculpem a ausência, mas as coisas andam corridas por aqui (visitem www.seasonsorocaba.com.br!). Vou falar um pouco do assunto do dia, o Chrome, o novo navegador lançado pelo Google ontem. Os twitters estão acompanhando de perto o lançamento desde quando liberaram uma história em quadrinhos explicando como a coisa toda ia funcionar.
O homem da HQ promete: estabilidade do navegador, rapidez, agilidade nos aplicativos, segurança e plataforma aberta para o navegador. Agora, com as instalações feitas (estou postando do Chrome!), surgem as perguntas – e, esta é a parte mais legal, né?.
De fato, o navegador é mais rápido e estável (parece que ele usa mais a memória ram do PC), mas outras promessas como um agregador de RSS semelhante ao Firefox ainda deixam a desejar – o problema está na leitura de XML, ao que indica o pessoal da tecnologia!
O esquema de abas do Chrome também é diferente, elas criam processos separados e se um site decidir testar sua paciência e não funcionar, só é fechada a aba ruim. A página inicial é uma lista com os nove sites mais acessados pelo computador. Pontos pro Google.
Bancos online? Nem pensar, por enquanto! Os sistemas Google (Gmail, Orkut e afins) funcionam bem, mas os erros em outros sites aparecem o tempo todo. Ponto da concorrência.
No quesito “concorrência” é que o conflito de interesses pula na tela, já que o Google paga para ser busca padrão do Mozilla e do Firefox. O Chrome deve ser concorrente a estes navegadores? Ninguém sabe muito bem. De “inimigo” oficial só a Microsoft…
A idéia geral é que o Chrome tem potencial, como tudo no Google, mas ainda está muito no começo. O fator “hype” está do lado do Google, é claro, e isto fica evidente tendo em vista que, desde ontem, o novo navegador já corresponde a 3% em média dos acessos de internet no mundo. De resto, é mais uma preocupação pros programadores, que precisam pensar em Internet Explorer, Firefox, Mozilla, Safari e, agora, Chrome.